Três horas por dia?
A recente proposta dos Estados membros da UE, para alargar a semana de trabalho para 65 horas, far-nos ia ter:
13 horas de trabalho diárias
11 horas de “não trabalho” por dia
8 horas de sono
Restar-nos-iam 3 horas de “não-trabalho e não-sono”, que seriam consumidas a comer, tratar da higiene pessoal e um mínimo de socialização, actividade sem a qual o Ser Humano garantidamente o deixa de Ser.
Passados 150 anos, continuamos a ver a persistir os gestores de “apertar o parafuso”, que não compreendem que o paradigma de trabalho vai ter que mudar, não para “mais horas” mas para menos horas e mais rendimento.


