E tudo o que aprendi a Psicolinguística resume-se a isto


“Era uma vez uma prinsusa, que vivia suzinha na turre do seu castalho e estava traste, muito traste por estar suzinha. Resolve então enviar um bilhuto a um prinsusu que também vivia suzinho na turre do seu castalho.
Escreveu muitos bilhutos até que um dia o prinsusu agarrou no seu cavalo e cavinhou, cavinhou, cavinhou pela florista até chegar ao castalho da prinsusa. Quando chegou à purta do castalho da prinsusa dá-lhe um pintapu e a purta cai.
Sobe a correr até à turre da prinsusa, arrebenta com a purta do quarto da prinsusa, ele olha para ela…, ela olha para ele…, ele olha para ela…e dá-lhe três fadas!!!”

Um louco é um virtuoso


“No fundo o que é um maluco? É qualquer coisa de diferente, um marginal, uma pessoa que não produz imediatamente. Há muitas formas de a sociedade lidar com estes marginais. Ou é engoli-los, transformá-los em artistas, em profetas, em arautos de uma nova civilização, ou então vomitá-los em hospitais psiquiátricos.”
in Público, 18 de Outubro de 1992

Leituras: A mente doente

Já o tinha comprado há uns bons anos mas só agora o decidi começar a ler. Em “A mente doente” de Paul Martin, é feita uma resenha histórica ds principais correntes sobre a influência mente-corpo (e vice versa), começando na separação entre psyche e soma, influência quase determinística e mecanicista entre estas duas entidades no Ser Humano até a uma noção mais holistica, multifactorial e não determinista.

Surpreendentemente, fiquei mais elucidado e com maior orientação para a solução e compreensão das doenças e não tanto para a determinação imutável das suas causas.

Recomendo vivamente a leitura.

DSM reinventada

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