Anthimio de Azevedo candidata-se à Presidência da República

Anthimio de Azevedo FotoO EdF está em condições de avançar em primeira mão e em segundo pé que o conhecido e prestigiado meteorologista decidiu hoje avançar na corrida à Presidência da República.

A apresentação da candidatura teve lugar a norte do Cabo Carvoeiro e conta já com apoiantes de peso, como o anticiclone dos Açores e a neve nas terras altas. Anthimio de Azevedo justificou este avanço surpresa com as condições em que o país se encontra: “Apenas eu sei como ajudar os portugueses a superar esta nuvem de Cuba a Marrocos com 14km de altura.”, afirmou.

Indagando sobre a falta de experiência comprovada para o cargo, ripostou com a sua inegável falibilidade a efectuar previsões, quiçá ao nível de um qualquer Relatório de Primavera do Banco de Portugal.

Um tumulto sem conhecimento de causa

Ler aqui a melhor fundamentação sobre o que verdadeiramente se sabe sobre Finanças Regionais.

PQP

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O porquê da cultura estar tão cara neste pais do subsídio

Via Piolho Sintético.

N. do T.: O link não tem a solução, apenas a bem observada indignação.

Daqui se concluí que o mulherio actual é míope e necessita de tudo macroscopizado

O criador britânico Julien MacDonald comenta, divertido, que Brüno é, de facto, plausível, possível, existente. E toca, em declarações ao “Guardian”, numa referência próxima ao planeta Portugal: Ronaldo. “Há dezenas de homens como Bruno em East London ou à porta da Topshop num sábado à tarde. Já vi homens a usar o ‘look’ total tirolês que ele tem. E, honestamente, o novo corte de cabelo de Bruno é basicamente uma cópia directa do cabelo que os manequins masculinos tinham no último desfile da Gucci. E não são só os gay. Olhem para o Cristiano Ronaldo. A forma como ele se veste é totalmente Brüno”. Ronaldo é muitas vezes citado como uma forte influência na moda masculina portuguesa. Especialmente pelo factor pólo cor-de-rosa: antes uma peça de roupa conotada pela cor com um universo homossexual, agora está no tronco de milhares de “machos latinos” país fora. A diversidade fica-lhes bem.

Bugs Bunny volta, estás perdoado

Vasco Granja
(1925 – 2009)

Impulsionador das pausas entre desenhos animados para a criançada comer bolachas e beber qualquer coisa enquanto passavam uns cartoons conceptuais de europa de leste com sardinhas em lata, latas sem sardinha, cordeis e outros exemplares de matéria inanimada, teve hoje o seu konec o Sr. Konec.

Mongolhães a caminho

a maioria dos alunos com deficiências – como a cegueira e paralisia, que os impedem de operar os computadores Magalhães – “vai receber” estes portáteis já adaptados às suas necessidades, mas não se comprometeu com prazos para as respectivas entregas.

Nota: Antes de espingardarem com comentários indignados, a gerência informa que este post constitui apenas um exercício humorístico. Nada mais.

Dai ele encostar-se sempre à linha


Leandro Grimi, o lateral-esquerdo que o Sporting contratou ao AC Milan, foi detido na última madrugada junto à Doca de Santo Amaro, em Alcântara, Lisboa, após ter acusado 1,24 gramas de álcool no sangue enquanto conduzia.

Das Tormentas ou da Boa Esperança?

Sócrates tem razão ao dizer que esta crise é a “crise de uma vida”.

Mas é-o por não haver líderes cá no burgo capazes de tornear este Cabo.

Sintomático ainda o adjectivar o “Cabo” como sendo das “Tormentas” e não da “Boa Esperança”.

Forma e conteúdo político

As recentes afirmações da presidente do PSD fizeram-me sorrir. A senhora entusiasmou-se e lançou-se num devaneio irónico sobre democracia e a sua suspensão. Saltou-lhe tudo em cima hoje.

Tudo?

Não. Pude ler no DN hoje uma crónica sensata e plena de compreensão do que realmente foi veiculado.

O que a senhora quis dizer, foi que a forma e o conteúdo da orientação política em Portugal encontram-se dissonantes. A forma (banda larga, magalhães, abertura, ensino, produtividade, rigor, meritocracia) é em tudo distante do conteúdo (medo nas organizações e escolas, falta de diálogo, vínculos laborais precários e gestores governamentais claramente incompetentes).

Ou se opta por uma forma que combata o actual conteúdo ou se envereda por um regime ditatorial consonante com o conteúdo presente. Foi isso que Manuela Ferreira Leite quis dizer com a sua tirada irónica. E pouca gente o está a perceber.