Mandela libertado há 20 anos
Ler aqui a melhor fundamentação sobre o que verdadeiramente se sabe sobre Finanças Regionais.
Para se ter uma noção objectiva da desproporção entre os riscos que a sociedade enfrenta e o empenho do Estado para os enfrentar, calculem-se as vítimas da última década originadas por problemas relacionados com bolas de Berlim, colheres de pau, ou similares e os decorrentes da criminalidade violenta ou da circulação rodoviária e confronte-se com o zelo que o Estado visivelmente lhes dedicou.
Ler comunicado completo aqui (.pdf).
Na data limite para a entrega de candidaturas, a AFP avança hoje com a informação de que Durão Barroso deverá figurar entre os candidatos ao Nobel da Paz de 2008.
A noção completamente distorcida de Paz destes seres espanta-me. Um reconhecimento de Paz implica uma dádiva pessoal (Ghandi), um altruísmo que pode custar a reeleição (Churchill) ou uma focalização nos pequenos detalhes da comodidade humana (Agnes Gonxha Bojaxhiu).
Ultimamente porém, parece que Paz é também a busca de consensos podres, sua a mediatização (Bono) e a busca do “mal menor”.
Longe, muito longe do que é inerente à paz na óptica da condição humana.
D. Juan Carlos de Espanha manda calar Hugo Chaves que insistentemente chamava “fascista” ao ex-primeiro-ministro espanhol, José Maria Aznar, que, até nem estava cimeira.
Curiosamente, laivos de fascismo são algo presente na Venezuela, onde a figura de Chavez começa a ser reproduzida em cartazes.
O mesmo Chavez já se tratou de eternizar no poder, alterando a constituição, apenas um ano após os Venezuelanos terem cometido a burrice de o eleger como presidente.