Escreve João Miranda no DN
Esta história contém algumas situações notáveis. Um governo a querer introduzir um filme de propaganda nas escolas públicas. Um documentário que pretendia levar a ciência às massas contém afinal algumas liberdades artísticas para melhor vender uma mensagem política. Um tribunal que se vê obrigado a avaliar o rigor científico de um filme de propaganda. A ciência a ser avaliada por um comité que estabelece a “verdade” oficial (o IPCC). O comité que estabelece a “verdade” oficial a receber um prémio político (Nobel da Paz), concedido por um comité político e partilhado com um político (Al Gore).
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