Anthimio de Azevedo candidata-se à Presidência da República

Anthimio de Azevedo FotoO EdF está em condições de avançar em primeira mão e em segundo pé que o conhecido e prestigiado meteorologista decidiu hoje avançar na corrida à Presidência da República.

A apresentação da candidatura teve lugar a norte do Cabo Carvoeiro e conta já com apoiantes de peso, como o anticiclone dos Açores e a neve nas terras altas. Anthimio de Azevedo justificou este avanço surpresa com as condições em que o país se encontra: “Apenas eu sei como ajudar os portugueses a superar esta nuvem de Cuba a Marrocos com 14km de altura.”, afirmou.

Indagando sobre a falta de experiência comprovada para o cargo, ripostou com a sua inegável falibilidade a efectuar previsões, quiçá ao nível de um qualquer Relatório de Primavera do Banco de Portugal.

Excel

ela: “Cá estou. Vou beber café e voltar para as vacas”
     
eu: “Vacas?”
     
ela: “Sim, é os exemplos que o formador dá. É com vacas”
     
eu: “Ah, estão então a ordenhar em excel?”

Post à Juvenal, esse grande anormal

#1: oink
#2:porco?
#1:touché
#1:ai na YAPC podiam fazer assim um stand
#1: c uma mini-pocilga
#1:e assim umas hotesses
#1: a atirar pérolas
#1: era dantesco
#1: c um big letreiro
#1: a dizer
#1: YAPPC
#1: Yet Another Pearls to Pigs Conference

Daqui se concluí que o mulherio actual é míope e necessita de tudo macroscopizado

O criador britânico Julien MacDonald comenta, divertido, que Brüno é, de facto, plausível, possível, existente. E toca, em declarações ao “Guardian”, numa referência próxima ao planeta Portugal: Ronaldo. “Há dezenas de homens como Bruno em East London ou à porta da Topshop num sábado à tarde. Já vi homens a usar o ‘look’ total tirolês que ele tem. E, honestamente, o novo corte de cabelo de Bruno é basicamente uma cópia directa do cabelo que os manequins masculinos tinham no último desfile da Gucci. E não são só os gay. Olhem para o Cristiano Ronaldo. A forma como ele se veste é totalmente Brüno”. Ronaldo é muitas vezes citado como uma forte influência na moda masculina portuguesa. Especialmente pelo factor pólo cor-de-rosa: antes uma peça de roupa conotada pela cor com um universo homossexual, agora está no tronco de milhares de “machos latinos” país fora. A diversidade fica-lhes bem.

Nova Marisqueira em Carnide

O EdF vem participar da inauguração da nova marisqueira da Luz, nas imediações de Carnide.

Este novo espaço, aproveitando um extenso relvado verde ali edificado com ajuda camarária, propiciará à degustação de opíparos manjares, servidos por dois dos mais experientes empregados de mesa do país: Jorge e Minervino.


Ei-los, sem a camisa aberta nem cordões de ouro pendurados ao pescoço.

De entre as iguarias, destacam-se as especialidades da casa: parrilhada de burriés e ensopado de conquilhas.

A cozinha ficará a cargo dos chefs Barbas e Rui Manel.


O Hospital da Luz, mesmo ali ao pé, acudirá os incautos clientes das inevitáveis salmonelas decorrentes da ameijoa manhosa.

Bem vistas as coisas, são dificuldades em acertar na ranhura

Linha verde sobre recenseamento para as europeias (808206206) tem o mesmo número da ex-linha SOS para dificuldades sexuais.

É googlar, juventude.

“Oh Ana, aquilo ali é um H1N1 ou um Burrito?”

Mongolhães a caminho

a maioria dos alunos com deficiências – como a cegueira e paralisia, que os impedem de operar os computadores Magalhães – “vai receber” estes portáteis já adaptados às suas necessidades, mas não se comprometeu com prazos para as respectivas entregas.

Nota: Antes de espingardarem com comentários indignados, a gerência informa que este post constitui apenas um exercício humorístico. Nada mais.

Três noivas, um monge e uma espécie de engenheiro

Lisbon Half MarathonRetornado da grande e colossal mini-maratona de Lisboa, importa pois discorrer sobre a dita, seus detalhes sórdidos e efectuar o respectivo balanço sociológico-competitivo.

Mal o sol raiou, pus os alfinetes de dama a fixar o dorsal à t-shirt, tarefa plena de masculinidade aliás, e enfiando-me no comboio rumo à margem sul (yo!), juntei-me à plebe.

Ao invés de me extasiar com a paisagem que a viagem sobre carris nos proporciona, a minha atenção foi desde logo cativada pela profusão de roupagem desportiva, calçado competitivo, banha, mochilas Louis Vuitton da contrafacção e lenços do Banif atrelados aos garganis dos lisboetas que me acompanhavam na composição da Fertagus.

Estavam reunidas as condições para uma manhã pindérica na travessia do Tejo.

Esta minha premonição reforçou-se com um encontro imediato em 3º grau com uma banda filarmónica na estação do Pragal e com o ecoar de cantares de folclore. Tive medo. Voltar para trás, rumo a Lisboa era uma solução. Afinal, podia aproveitar e fazer um treino na Cidade Universitária, por ventura mais extenso que os 7200 metros que a mini-maratona me impunha. Mas algo superior me impeliu a continuar em frente. Dai a nada, estava na ponte do Pragal, com gente por todos os lados, debitando as mais variadas pérolas de sapiência popular:

  • “O Sócrates vem para aqui mas é de helicóptero, metem-no lá em baixo e já está!”
  • “E se fôssemos ali pelos arbustos!”
  • Há ali polícia a controlar os dorsais!”
  • “O que são dorsais?”
  • ” Não tens um!”
  • “É o númaro?”
  • “Está calor!”
  • “Eu trouxe dois bonés!”

Volvidos trinta minutos de contacto com as massas e respectivos odores, estava na praça da portagem, mais desafogado.

Pressionado a mole humana, lá me fui aproximando da linha de partida. Quando não deu para mais, não deu para mais e dei por mim a estacionar junto a um grupo de populares que não paravam de exclamar, disfarçadamente “Porreiro pá!”. O nosso primeiro-ministro estava por perto. Trazido de heli, canadair, chaimite ou por outros meios, estava a meros 20 metros de nós. E a Rosa Mota também. Tive medo. Da Rosa Mota, claro.

A bizarria atingiu o seu auge ao avistar um monge com uma cruz, apalpando disfarçadamente algumas incautas moçoilas mais roliças e, já após o tiro de largada, três peludas noivas, com barba de três dias, caminhando em plena ponte 25 de Abril, qual via rumo a um altar de depravação, deboche, água e powerade.

Afastando-me desse contexto aterrador e após desviar alguns seres que teimavam em caminhar pausadamente na faixa da esquerda, dei por mim já a meio da ponte junto a gente como eu. Gente que estava ali para correr, disfrutar da vista, da brisa e, com uma passada firme mas constante, chegar ao Mosteiro os Jerónimos em estado não-comatoso. Conseguimos. Houve quem se assenhorasse das águas e powerade, quem as vertesse pela uretra nos arbustos da via rápida após a ponte, quem gemesse, quem se armasse em carapau de corrida para ser apanhado escassas centenas de metros depois, mas… todos lá chegámos.

Para o ano há… meia. Maratona, claro. ;)

Dolly’s boobs killed Kenny

ela:

ela:
islands in the streaaaammmm
ela:
that is what we aaaaaare
eu:
Claudisabel?
ela:
LOL
ela:
nao
ela:
kenny roger and dolly parton!
eu:

oh, no! they killed Kenny!
eu:
:D
eu:
oh no! Dolly’s boobs killed Kenny!
eu:
Dolly’s boobs killed Kenny dá um grande nome p album
eu:
ou p um instrumental obscuro
eu:
vou tentar compor

Nota: É que vou mesmo :P