They’re running out of rhinos, and what do I care

oil
Esta febre Europeu/Combustíveis/Transportes traz algo de positivo.

Traz a lição de que os nossos filhos viverão num mundo com oportunidades e desafios aliciantes se nos focalizarmos no que há de mais simples e prático.

Há que encurtar a distância entre o produtor e o consumidor. Em última análise, transformar mesmo o consumidor em produtor. As grandes cidades afastaram as hortas e pequenas produções de quem as consume. Plantar e ver crescer uma batata é hoje uma miragem para o comum do cidadão “globalizado”. Sentir o quão dependentes estamos de alguém que meramente cria um canal de transporte é transporte fez-me ver que não estamos a evoluir num sentido inteligente e adaptativo face aos recursos que temos à mão na Terra.
À mesma hora que uns se uniam em torno de um jogo de bola, outros, parasitariamente, esgotavam os recursos petrolíferos da capital, com uma força que ninguém pode parar. Mesmo não necessitando disso para a sua rotina.

Um pouco de firmeza e de autoridade nesta altura era apreciada, por parte do Governo. Perante tamanha rigidez e autoritarismo face à Função Pública, os docentes e outras classes profissionais, a fim de manter alguma da (pouca) credibilidade que ainda lhes resta, importava agir com mão de ferro nos interesses parasitários dos transportadores. Sem cedências.

Responsabilidades à parte, ao vir para casa ao som da cidade deserta, gritando golo aqui e ali, tive hoje uma bela imagem de eu próprio, a ir de bicicleta para o emprego. De ter uma horta, em que poderia ter perfeitamente as minhas necessidades de cenouras, alfaces e ervilhas satisfeitas. Especializar-me-ia nestas três. Podia trocar e vender a outrém. Directamente. Trocando experiências e conhecimentos. Mais um passo para humanizar o quotidiano.

bio-sócio-subversões custam caro

Um bombeiro britânico que doou esperma a um casal de lésbicas foi forçado, pela Agência de Protecção à Criança da Grã-Bretanha (CSA), a pagar pensão para duas crianças concebidas através de inseminação artificial.

E ele nem usou a mangueira…

O aumento dos divórcios em todo o mundo tem trazido um impacto negativo ao ambiente, indica um estudo hoje publicado pela Universidade do Michigan, nos Estados Unidos.

Para quando um imposto para os divorciados por emissão de CO2 acima da média?

Sobre a caldeirada politico-ambiental de Al Gore

Escreve João Miranda no DN

Esta história contém algumas situações notáveis. Um governo a querer introduzir um filme de propaganda nas escolas públicas. Um documentário que pretendia levar a ciência às massas contém afinal algumas liberdades artísticas para melhor vender uma mensagem política. Um tribunal que se vê obrigado a avaliar o rigor científico de um filme de propaganda. A ciência a ser avaliada por um comité que estabelece a “verdade” oficial (o IPCC). O comité que estabelece a “verdade” oficial a receber um prémio político (Nobel da Paz), concedido por um comité político e partilhado com um político (Al Gore).