Palavrinha nova: partenogénese
Os dragões de Komodo (não, não é uma filial do fêcêpê) ao que consta, podem auto-reproduzir-se. E tanto que podem, como parece que vão nascer oito crias de uma só fêmea num zoo britânico.
Embora eu cá para mim, tenho que foi o elefante que fez uma incursão nocturna à toca da dragona (e agora as piadas que podiam ser feitas a partir daqui…:x), não deixaria de ser adaptativo e relevante para os problemas de hoje se a partenogénese1 fosse possível em humanos.
- Tudo o que é gay com instintos maternais / paternais via os seus problemas legais ultrapassados e podiam fazer as paradas empurrando orgulhosamente carrinhos com resmas de dragõezitos, alistando-os logo na marinha assim que atingissem a idade mínima.
- Tudo o que é mãe solteira encalhada, podia gerar o seu dragãozinho de komodo na comodidade do lar, para depois vociferar às amigas e putativos pretendentes “sim, este é que é o homem da minha vida!”.
1 – Partenogénese (do grego παρθενος, “virgem”, + γενεσις, “nascimento”) refere-se ao crescimento e desenvolvimento de um embrião ou semente sem fertilização, isto é, por reprodução assexuada.
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