Tiro o dedo, meto o dedo
À hora que eu quiser
Entro a medo, saio cedo
E passo lá um dedo qualquer
O polegar, indicador, anelar, médio ou mindinho
Aquilo detecta tudo, só não vê se eu bebo vinho
Eu podia meter aqui uma frase filosofóide qualquer para mostrar que sou um tipo com uma profundidade intelectual só comparável à fossa do Mindanao, mas agora não me apetece.