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Dish woman

by Estado de Fluxo on Fevereiro 27th, 2007

edit
Deram-me hoje a descobrir o mundo de D. Edite do Prato.

Cançonetista brasileira, já com idade para estar a fazer renda em casa e dar rebuçados do Dr. Bayard à pequenada, mas que insiste em subir aos palcos, munida com um prato de louça como instrumento de percussão, ao mesmo tempo que lhe dá para cantar.

Eu já ouvi.

Assusta.

From → Day by day, Música

9 Comments
  1. Carla permalink

    Só tu! Pobre senhora! :D

    Ainda se estivesse munida de uma guitarra… não é?
    (e já agora, que tocasse bem!)

    :D

  2. Minha cara, vai por mim, aquilo é tenebroso de se ouvir… mas há quem goste claro. :P

    Não há guitarra que tornasse audível qualquer coisa feita por aquela mulher… o Knopfler num dueto com ela, era o fim da carreira do rapaz :P

  3. Carla permalink

    Arruinar com a carreira do Knopfler? Isso nunca, jamais!
    Que eu não deixo! :D

  4. Ele há comentários tão tormentosos que ficamos entre o atirarmo-nos ao tejo à hora do almoço e dizer “adeus arrobas cruéis”, ou ensimesmar por 10 anos no deserto do Kalahari, a fim de nos adentrarmos nas motivações mais íntimas da humanidade…
    Pois foi o qu eme sucedeu ao ler as pérolas aqui daredejadas sobre a figura emérita da cultura popular/perene baiana, D. Edith do Prato. Só quem não vibra com a natureza funda da percussão dos sambas de roda, q

  5. (bom, como se pode verificar, por vezes a pessoa engana-se na tecla…)

    Dizia que só quem não vibra com a natureza funda da percussão dos sambas de roda, quem não encontra na voz telúrica e encantadora de D. Edith pode considerar assustador, vejam bem, assustador, tal monumento à brasilidade, ou melhor, ao prazer da canção!!!!!!!

    bahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

    Ah, e é dardejadas! E se mais erros houver, desculpem-me, mas este é um post apaixonado…Não confundir com ressabiado…(lol e re-lol)

    Tambo do berimbau da cuíca

  6. Onde pode haver natureza funda da percursão quando esta mesma é feita com um prato raso?

  7. quem não encontra o paraíso na voz telúrica…
    …quem não encotnra o paraíso…

  8. Por isso mesmo… esse paradoxo é apenas metáfora de como a extrema simplicidade pode oferecer o máximo prazer.Recomendo a todos: ouçam a D. Edith sem preconceitos, e quando a vossa anca gingar e se sentirem num qualquer terreiro de Salvador, dêem-me notícias!

    Tambo do Berimbau da Cuíca

  9. A anca da Edite não ginga, range :P

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